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À medida que a construção civil busca reduzir o impacto ambiental dos empreendimentos, a discussão vai além do consumo de energia durante a operação dos edifícios e passa a considerar também a escolha dos materiais.
Fatores como baixa emissão de carbono, origem da energia, reciclabilidade e rastreabilidade ganham espaço ao lado de requisitos tradicionais, como desempenho, durabilidade, precisão técnica e estética.
Com uma combinação de atributos sustentáveis e técnicos, o alumínio de baixo carbono concilia essas duas frentes e vem ganhando espaço em projetos residenciais, comerciais e de maior complexidade. Leve, resistente à corrosão, durável e infinitamente reciclável, o material é aplicado em fachadas, esquadrias, brises, grandes vãos e outros sistemas arquitetônicos, reunindo menor impacto ambiental e elevado desempenho técnico.
Na Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) esses atributos se traduzem em um portfólio voltado a diferentes demandas da construção civil. Os tarugos CBA, por exemplo, são produzidos com alto teor de conteúdo reciclado e utilizados na fabricação de perfis e componentes para diversas aplicações. Já os perfis extrudados Aluflex, disponíveis em diferentes dimensões, pesos e acabamentos, estão presentes em portas, janelas, portões, boxes e outros componentes. O portfólio inclui ainda os sistemas Primora, com soluções premium para esquadrias, fachadas e complementos arquitetônicos.
“Quando bem especificados, fachadas, esquadrias e elementos de sombreamento ajudam a tornar os edifícios mais eficientes, favorecendo o aproveitamento da luz natural, o conforto térmico, acústico e a proteção solar, além de reduzir a necessidade de climatização e iluminação artificial”, afirma Fernando Wongtschowski, gerente-geral de Marketing e Inovação da CBA.
Os brises de alumínio são um bom exemplo dessa aplicação. Também conhecidos como brise-soleil, são instalados em fachadas, janelas ou coberturas para auxiliar no controle da incidência solar e da luminosidade nos ambientes.
A rastreabilidade também ganha espaço na especificação de materiais. O selo Alennium, desenvolvido pela CBA, identifica produtos de alumínio com baixa emissão de carbono, produzidos com energia elétrica 100% renovável e rastreável. Para receber o selo, o produto deve registrar emissões inferiores a 4 tCO₂e por tonelada de alumínio líquido produzida.
Em 2025, a CBA registrou emissões quatro vezes inferiores à média mundial da indústria do alumínio. Todos os produtos da Companhia, incluindo a linha Primora e a marca Aluflex, têm o atributo de baixo carbono.
A CBA também disponibiliza o Passaporte Digital, ferramenta acessada por QR Code que reúne informações sobre o desempenho ESG dos produtos, como intensidade de emissões de carbono, indicadores de sustentabilidade e certificações.
CBA na FESQUA 2026
A CBA levará seu portfólio à FESQUA 2026 – XVI Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, que será realizada de 9 a 12 de setembro, no São Paulo Expo, em São Paulo. Em um estande de 100 m², quase o dobro da área ocupada na edição anterior, a Companhia apresentará ao mercado suas soluções para construção civil, reunindo as marcas CBA, Aluflex, Primora e Alennium.
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Fonte: https://revistaoe.com.br/aluminio-de-baixo-carbono-na-construcao/

